"Somos Católicos... Bem Vindo à Sua Casa!!"

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Volta dos que não foram (que é o nosso caso)

Olá pessoal tudo bem com vocês?


Venho hoje, trazendo boas notícias... Nossos encontros de 2011 vão retornar, afinal o ano já começou e nós não podemos ficar para trás. Dia 22 de janeiro as 15:30 horas, lá na sala de sempre com todos nossos amigos que vocês já conhecem, hehe.
Nesse dia teremos um encontro um pouco diferente dos normais, talvez por ser o inicio de 2011, talvez porque a quarta etapa começa um novo assunto. Enfim, vai ser bem legal, eu aconselho a todos que não faltem.

Por falar em assunto novo, vocês conhecem os pingüins?

Bom, para começar, temos alguns pingüins famosos na TV. Talvez o maior deles, inclusive em tamanho, asquerosidade e feiúra, seja o pingüim do Batman, também conhecido por Oswald Chesterfield Cobblepot.


Depois desse susto com o cara que mora no esgoto de Gotham city, lembramos de outro, ou melhor outros pinguins famosos... os Pinguins de Madagascar. Apareceram no filme Madagascar, e fizeram tanto sucesso que arrumaram um contrato proprio na tv. Do poló sul para o mundo. Os quatro amigos que lembram um pouco o Pink e o Cerebro.



Outro pinguim famoso é um que não sabe cantar, assim como eu por sinal, o tal do Happy Feet. Porem diferente de mim também, ele sabe dançar, já eu... uma negação. Enfim, assim nós homens e para a perpetuação da especie, conversamos, eles, os pinguins-imperadores cantam, Happy Feet, não... ele dança, ai fica dificil, mas ele vai atrás do sonho.


Voltando ao que interessa depois desse post sobre a volta do RotaJC e pinguins, não esqueçam, sábado dia 22 de janeiro as 15:30 horas no mesmo bat-local, no mesmo bat-horário.

Até lá

Equipe de acompanhamento!
RotaJC

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sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Por que tudo custa mais caro no Brasil?

Olá pessoal, tudo bem nessa tarde quente em Campinas? Bom, lá vai o post de hoje do RotaInforma.


     Todos nós já nos deparamos com a seguinte situação:
     Alguém diz:
     - Vou para os Estados Unidos, o que querer que eu traga de lá?
E nós já pensamos no eletro novo, no laptop de ultima geração, na calça jeans da moda...
     Nossaaa, lá (nos EUA) custa um terço do preço daqui, é uma oportunidade única, afinal, quando será que ele (a) vai de novo pra lá...
Isso é perfeitamente normal e vigente nos nossos dias, não é? Mas, alguma vez, paramos para pensar porque isso acontece, porque lá nos EUA é um terço do valor daqui?
     Os jornalistas Pedro Burgos e Alexandre Versignassi da revista Super Interessante na seção Essencial fizeram uma matéria super interessante, mostrando porque aqui é mais caro que lá. Transcrevo essa matéria abaixo.


Por que tudo custa mais caro no Brasil?

     Nossos preços estão entre os mais altos do mundo. Pagamos 3, 4 vezes mais por qualquer coisa. Mas o maior problema é outro: muita gente adora isso
por Pedro Burgos e Alexandre Versignassi
É tanta muamba que o português dos vendedores de shopping da Flórida está mais afiado do que nunca. Os brasileiros são os turistas que mais compram nos EUA: US$ 4,8 mil por pessoa, à frente dos japoneses.

     Nossos gastos no exterior em 2010 tinham passado de US$ 11 bilhões até setembro, um recorde. Agências de turismo já oferecem pacotes sem parques de diversão no roteiro, só com traslados para grandes shoppings e outlets.

     Estamos virando um país de contrabandistas. Natural. Veja o caso do iPad. Aqui, nos EUA ou na Europa, ele é importado. Vem da China. Em tese, deveria custar quase igual em todos os países, já que o frete sempre dá mais ou menos a mesma coisa. Mas não. A versão básica custa R$ 800 nos EUA. Aqui a previsão é que ele saia por R$ 1 800. No resto do mundo desenvolvido é raro o iPad passar de R$ 1 000. E isso vale para qualquer coisa. Numa viagem aos EUA dá para comprar um notebook que aqui custa R$ 5 500 por R$ 2 300. Ou um videogame de R$ 500 que bate em R$ 2 mil nos supermercados daqui. E os carros, então? Um Corolla zero custa R$ 28 mil. Reais. Aqui, sai por mais de R$ 60 mil. E ele é tão nacional nos EUA quanto no Brasil. A Toyota fabrica o carro nos dois países.

     Por que tanta diferença? Primeiro, os impostos. Quase metade do valor de um carro (40%) vai para o governo na forma de tributos. Nos EUA são 20%. Na China também. Na Argentina, 24%. O padrão se repete com os outros produtos. E haja tributo. Enquanto o padrão global é ter um imposto específico para o consumo, aqui são 6 - IPI, ICMS, ISS, Cide, IOF, Cofins. Ufa. Essa confusão abre alas para uma sandice que outros países evitam: a cobrança de impostos em cascata. O ICMS, por exemplo, incide sobre o Cofins e o PIS. Ou seja: você paga imposto sobre imposto que já tinha sido pago lá atrás. Tudo fica mais caro. E quando você soma isso ao fato de que não, não somos um país rico, o vexame é maior ainda. Levando em conta o salário médio nas metrópoles e o preço das coisas, um sujeito de Nova York precisa trabalhar 9 horas para comprar um iPod Nano (R$ 256 lá). Nas maiores capitais do Brasil, um Nano vale 7 dias de trabalho do cidadão médio (R$ 549).

      A bagunça tributária do Brasil não é novidade. A diferença é que os efeitos dela ficam mais claros agora, já que existem mais produtos globalizados (Corolla, iPad...) e o real valorizado aumenta o nosso poder de compra lá fora (quando a nossa moeda não valia nada, antes de 1994, era como se vivêssemos em outra galáxia - não dava para fazer comparações).

     Mas sozinho o imposto não explica tudo. Outra razão importante para a disparidade de preços é a busca por status. Mercado de luxo existe desde o Egito antigo. Mas no nosso caso virou aberração. Tênis e roupas de marcas populares lá fora são artigos finos nos shoppings daqui, já que a mesma calça que custa R$ 150 lá fora sai por R$ 600 no Brasil. O Smart é um carrinho de molecada na Europa, um popular. Aqui virou um Rolex motorizado - um jeito de mostrar que você tem R$ 60 mil sobrando. O irônico é que o preço alto vira uma razão para consumir a coisa. Às vezes, a única razão. Como realmente estamos ficando mais ricos (a renda per capita cresceu 20% acima da inflação nos últimos 10 anos), a demanda por produtos de preços irreais continua forte. Os lucros que o comércio tem com eles também. E as compras lá fora idem.

     O resultado mais sombrio disso é o que os economistas chamam de doença holandesa: o país enriquece vendendo matéria-prima e deixa de fabricar itens sofisticados - importa tudo (ou vai passar o feriado em Miami e volta carregado). Por isso mesmo o governo reclama da desvalorização excessiva do dólar e do euro, que deixa tudo ainda mais barato lá fora. Aí não há indústria que aguente.

     Mas tem um outro lado aí. "É interessante ver que parte da indústria importa bens intermediários, que são usados para fazer outros produtos. E agora eles serão mais baratos. Então o câmbio apreciado pode ser bom", diz o economista Carlos Eduardo Gonçalves, da USP.

     O governo também tem agido contra o mal do câmbio. Em agosto, cortou várias taxas de máquinas industriais e zerou os impostos para a fabricação de aviões. Outros 116 bens da indústria de autopeças que não têm similar nacional tiveram seu imposto de importação praticamente zerado. Já é um começo. Esperamos que, em breve, passar 9 horas no avião para comprar um laptop possa deixar de fazer sentido. Porque é bizonho.
Preços de alguns produtos no Brasil e nos EUA, em reais:


Hyundai Veracruz
EUA - R$ 48 mil
Brasil - R$ 150 mil


Playstation 3
EUA - R$ 500
Brasil - R$ 1 999

Perfume CK One 200 ml
EUA - R$ 50
Brasil - R$ 299

Carrinho de bebê Chicco
EUA - R$ 500
Brasil - R$ 1 849

Equipe de acompanhamento
RotaJC

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quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Curiosidades católicas!

Olá pessoal, como tem passado os feriados de Natal e ano novo?
Já nessa introdução, nós do RotaJC desejamos a todos um 2011 repleto de paz, saúde e sabedoria em todas as áreas da vida. Que esse ano que se inicia, seja de grande aprofundamento para nós todos, e que tenhamos o ânimo necessário para continuar seguindo no caminho rumo ao Pai.
Para iniciarmos o ano, vou postar algumas curiosidades católicas que estão contidas no livro "Guia de curiosidades católicas", escrito por Evaristo Eduardo de Miranda e publicado pela Editora Vozes.


Lá vão algumas...

Dá para coroar o tempo?

Dá. E os católicos gostam de coroar o tempo. A Coroa do Advento, um outro símbolo natalino, é feita de ramos verdes entrelaçados. Eles formam um círculo, no qual são colocadas quatro grandes velas, de preferência de cor roxa. Elas representam as quatro semanas do Advento, o Tempo do Natal. Nas igrejas, essa coroa deve ser colocada em um lugar evidente no presbitério, bem perto do altar ou do púlpito, sobre uma mesinha, um tronco de árvore ou em qualquer outro lugar bem visível. Essa colocação é recomendada até pelo Pontifício Instituto Litúrgico de Santo Anselmo de Roma.Nas casas, a Coroa do Advento costuma ser colocada numa mesa da sala ou num lugar bem central.

A Igreja garante alguma relíquia?
Sim, umas poucas e recentes, cheias de laudos e atestados. O resto a Igreja só garante que são coisas muito velhas, viajadas e antigas.A Igreja Católica sempre recomendou o respeito pelas relíquias e a confiança em suas virtudes, mas nunca interveio para confirmar ou negar a autenticidade de nenhuma. Os papas, salvos raríssimas exceções, assim como os concílios, sempre limitaram-se a recomendações gerais, freqüentemente negativas sobre as relíquias, visando coibir os abusos. O cânon 62 do Concílio de Latrão, de 1215, determinou: "Os bispos não permitirão mais que se empreguem vãs ficções ou peças falsas para enganar aqueles que vêm às suas igrejas honrar as relíquias, como acontece em muitos lugares visando o lucro". O mesmo cânon proibiu que as relíquias fossem retiradas de seus relicários e expostas. Uma sábia decisão.

Como foi o batismo do Senhor?
Não teve padrinhos, nem salgadinhos, nem igreja.Mas aconteceu em família, entre primos. E foi muito movimentado, num cenário grandioso. Naquele tempo, o Rio Jordão ainda não havia sido desfigurado com todos os atuais plantios de eucaliptos australianos feitos nas suas margens. No calendário religioso, a festa do batismo de Jesus leva os católicos, como peregrinos em espírito, às bordas do Rio Jordão, para participar desse acontecimento misterioso: o batismo de Jesus pelo seu primo João, o Batizador ou o Batista. Segundo a narração evangélica: “enquanto Jesus, também batizado, orava, abriu-se o céu, baixou o Espírito Santo sobre Ele em forma de pomba, e se escutou uma voz do céu: ‘Você é meu Filho predileto, em ti me agrado’” (Lc 3,21-22). Um espetáculo de som e imagem. Um dia para ninguém mais esquecer.

A procissão católica inspirou o desfile de Carnaval?
Sim, e muito.As procissões são marchas solenes de caráter religioso, organizadas pela Igreja Católica, geralmente pelas ruas de uma cidade. Os padres e outros clérigos saem paramentados, carregando imagens, crucifixos, à frente de andores, estandartes, pálios ricamente decorados, velas, lanternas, archotes, estandartes, cruzes alçadas, lampadários, bastões etc. Eles são levados por fiéis, também paramentados, das diversas irmandades e confrarias, religiosos e religiosas, e pelos leigos, em geral, formados em duas ou mais alas. As procissões rezam e entoam cantos, hinos e motetos, acompanhadas por fanfarras, bandas, música de instrumentistas, corais e cantores. Além do som de sinos ou matracas, e até de rojões, dependendo do caráter da procissão.Nas procissões há cumprimento de promessas e alguns andam de pé descalço, carregam pedras, andam um trecho de joelhos etc. As passeatas e manifestações de rua, de operários, estudantes, grevistas etc. adotaram a liturgia católica das procissões e também saem com seus símbolos, estandartes, cantos e palavras de ordem. Ou desordem. Os blocos, maracatus, cordões e vários grupos carnavalescos construíram suas coreografias, apresentações e forma de desfiles sobre o modelo das procissões. Há até estudos antropológicos sobre essa contribuição da sagrada procissão ao profano desfile do Carnaval. Do católico ao caótico.

É tempo de jejum ou de banquete de bacalhau?
No início do século VII o jejum quaresmal consistia em comer apenas uma refeição por dia e abster-se de toda alimentação na Sexta e Sábado Santos. O costume de abster-se de carne tinha grande significado no passado, pois era um alimento caro e desejado. O comportamento vegetariano evocava uma humanidade de antes do dilúvio, quando os humanos comiam somente frutas e grãos.No Brasil, ficar um dia sem comer carne é pouco significativo. Muita gente come carne regularmente, várias vezes por semana. Dá para parar um dia. Até a Sexta-feira Santa, antes um momento de despojamento e de abstinência de carne, tornou-se um dia de opulência gastronômica, de muita comilança de peixes, principalmente de bacalhau, uma proteína bastante cara e objeto de pratos suculentos e sofisticados. Tudo muito distante do espírito inicial da Quaresma.

Qual a razão das cinzas na cabeça?
Nas missas realizadas na Quarta-feira de Cinzas, os participantes são abençoados com cinzas. O padre sinaliza a testa de cada participante com cinzas ou as coloca sobre suas cabeças. Os cristãos normalmente deixam as cinzas em sua testa e nos cabelos até o pôr-do-sol, antes de lavá-los. Esse simbolismo relembra a antiga tradição do Oriente Médio de jogar cinzas sobre a cabeça, como sinal de arrependimento perante Deus.De onde vêm essas cinzas? Elas costumam ser obtidas pela queima dos ramos secos entregues nas paróquias e comunidades, que haviam sido abençoados e distribuídos no ano anterior no Domingo de Ramos.

Qual é a estrada sagrada dos católicos?
É a via-sacra, uma estrada colorida e movimentada. A expressão latina via-sacra significa caminho sagrado. Os cristãos quiseram, desde o início, seguir de perto os passos de Jesus em sua paixão, o seu caminho rumo ao Calvário, revivendo os acontecimentos desde o Horto das Oliveiras até o seu enterro. Síntese de várias devoções, a prática da via-sacra desenvolveuse após as Cruzadas, e foi promovida pelos franciscanos, particularmente por São Leonardo de Porto Maurício (1676-1751). O santo frade Leonardo deu origem a esta devoção no século XIV no Coliseu de Roma, pensando nos cristãos impossibilitados de peregrinar à Terra Santa para visitar os santos lugares da paixão e morte de Jesus Cristo. Ele instalou sozinho 576 vias-sacras! É estrada que não acaba mais. Uma verdadeira infra-estrutura viária religiosa.Com tantas vias-sacras não havia como se perder nos caminhos da piedade e da conversão, na rota para os céus.Ao longo da via-sacra o católico acompanha espiritualmente e através de imagens o trajeto de Jesus, desde a agonia no Getsêmani até à morte e sepultura no Calvário, com momentos de meditação e oração em várias estações.

Quando a coroa de Jesus perdeu seus espinhos?
A pontiaguda coroa de espinhos, colocada ou enterrada com violência na cabeça de Jesus, é a relíquia mais artesanal da caixa romana dos sofrimentos. Segundo a tradição, ao descerem Jesus da cruz, sua coroa de espinhos foi cuidadosamente retirada, preservada e conservada. Não deve ter sido pelo José de Arimatéia. Ele já andava com as mãos ocupadas cuidando do corpo de Jesus e do Graal.Com o tempo, essa coroa, antes maldita, ficou sagrada,marcada que estava pelo sangue do Redentor. Com o tempo também, ela tornou-se cada vez menos assustadora e mais fácil de portar. A razão é simples: ao longo dos séculos, os imperadores de Bizâncio e depois os reis da França distribuíram generosamente os seus espinhos. Na última contabilidade existiam 70 espinhos, ditos da coroa de Jesus, distribuídos planeta afora. E, assim, a coroa de espinhos ficou cada vez mais lisinha, menos ameaçadora, menos comovente e mais fácil de portar.

A celebração pascal tem hora certa?
Tem e deve ser respeitada. Após o pôr-do-sol do Sábado de Aleluia ocorre a celebração pascal, uma das mais longas e ricas de símbolos e sinais de toda a liturgia católica. Não pode ser antes do pôr-do-sol. Originalmente, a celebração maior da Páscoa se fazia na noite do sábado para o domingo, mas a partir do século VII essa celebração começou ocorrer na tarde do sábado.Muitos não agüentavam esperar tanto pela ressurreição.  A partir de 1566, começaram a ocorrer celebrações pascais na manhã do sábado! Não dava nem tempo do corpo de Jesus esfriar no sepulcro.Mal morria, já tinha que ressuscitar. A Igreja combateu esses angustiados desvios temporais e litúrgicos. O Papa Pio XII, em 1951 e 1955, autorizou e impôs o retorno à celebração noturna no Sábado Santo.

Sábado é dia de Maria visitar o purgatório?
Parece que sim. Certa vez, uma freirinha convencia-me sobre as vantagens de adotar o uso do escapulário de Nossa Senhora doCarmo. Segundo ela,Nossa Senhora, compadecida, viria me buscar no purgatório logo no primeiro sábado, após a minha morte, reduzindo meu tempo de permanência naquela situação. Disse a ela que, nesse caso, iria rezar e torcer para morrer numa sexta-feira. Imaginei, como nas poesias de Fernando Pessoa, a singeleza de Nossa Senhora consultando uma folhinha nas paredes dos céus e lembrando-se que amanhã é sábado, dia de ir buscar almas no purgatório.Na piedade popular, o sábado é dia consagrado a Maria, a Mãe de Jesus, porque “ela o antecedeu como a aurora ao dia”. A disciplina litúrgica permite a celebração da memória de Nossa Senhora no sábado (ofício e missa), sempre que no tempo comum do Ano Litúrgico, e que não haja celebração superior. Uma coisa é certa para os católicos: Nossa Senhora, a Compadecida, roga pelos pecadores, agora e na hora da morte. Seja qual for o dia da semana. Amém.

Para que serve um padrinho ou uma madrinha? (Essa é interessante para a terceira etapa, agora que foram todos apadrinhados no Sacramento da Confirmação)
Para garantir o apadrinhamento. E a experiência mostra: não é fácil apadrinhar. Quem apadrinha, ajuda, põe-se a favor, patrocina, orienta, persevera e não atrapalha. Se você não tem padrinho, nem madrinha, não sabe o que está perdendo. E está até arriscado a morrer pagão. Os padrinhos, no batismo ou na confirmação, apresentam o afilhado ou afilhada ao sacramento, comprometendo-se com a sua preparação e depois com a sua perseverança na fé. Só isso já seria um vasto programa, mas os padrinhos e madrinhas vão bem mais além. No Brasil, o apadrinhamento era um verdadeiro cimento social, garantiu a mobilidade pública de indivíduos e formas solidárias de assistência mútua. Até mesmo os escravos, no passado, foram apadrinhados por seus senhores, ganharam liberdade e, em alguns casos, até obtiveram parte das fazendas em herança.No compadrio, as leis religiosas da fraternidade e do sagrado desafiam e aperfeiçoam as estruturas sociais profanas.

Um católico pode adorar santos?
Não e nem deve. Vai contra os mandamentos da Lei de Deus. Aquela dada a Moisés no Sinai. Muitos não entendem. Em suas igrejas não há santos ou imagens, nem andores ou altares. Preste atenção: católicos não adoram Maria, nem os santos. Só adoram Deus que está nos céus. Os santos são venerados, imitados e cultivados por seus exemplos. Cultivar ou prestar culto significa o empenho em levar-se adiante, por um tempo prolongado, coisas de valor.As pessoas cultivam certos hábitos de juventude, cultuam a memória, as idéias ou o exemplo de uma pessoa. Esse é o sentido da palavra culto ou veneração prestada a um santo. Eles são venerados, como deve ser venerado um bom pai, uma boa mãe e toda e qualquer pessoa que se torna uma imagem de Cristo aqui na terra. O Papa João Paulo II foi um grande impulsionador da vocação universal à santidade, tema renovado com grande ênfase no II Concílio do Vaticano. Para a Igreja Católica não basta ser bonzinho.Todo mundo deve e pode ser santo.

Espero que tenham gostado!

Até mais!

Equipe de acompanhamento
RotaJC

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